Forum Descoberta B.2.9. Criando websites. Google sites. Wix, e mais

Sites

Fonte: “Use friendly handshake”. Comics of the Week. Wedesigner Depot. Acedido em 21/05/2013.

Confesso que nunca criei um website, mas admiro muito a tecnologia que o permite e tenho visto exemplos muito interessantes nas mais diversas áreas. Claro que as ferramentas que permitem a criação gratuita têm algumas limitações e normalmente “pedem” algo em troca – a publicidade gratuita, às vezes menos própria… E, por vezes, os próprios interessados são os últimos a saber (por desconhecimento, por ingenuidade talvez). Eu própria tive essa experiência com o meu blog, quando oportunamente fui alertada por colegas sobre as “peculiares” características do meu wordpress…maroto.

Sem querer fazer qualquer publicidade, gostaria de partilhar convosco os links para três sites que, na minha opinião, souberam jogar com as ferramentas a seu favor, de forma a cativar o visitante/ o “viewer”. Quer seja recorrendo a uma nota divertida, irónica, comercial ou científica, estes sites jogam bem com o Flash, o que torna os seus sites bastantes dinâmicos. São eles:

Paula Figueiredo. Feito no wix. Gosto particularmente do áudio, da disposição das fotografias no catálogo e do jogo das cores. É alegre, festivo, um pouco infantil até, e facilmente nos esquecemos de que é comercial.

Museu do Louvre. Site oficial do Museu do Louvre. É um site institucional. Informação sempre actualizada sobre as diferentes colecções e exposições. A barra lateral direita permite-nos uma navegação rápida e eficiente ao mesmo tempo que torna a página menos “pesada”, pois retira texto que só é visualizado quando interessa. Já encontrei os créditos graças à ajuda da Maria José. (Many thanks!)

Historica Dominion Institute. Site do institucional. De fácil navegação e boa fonte de materiais em vários suportes: imagem, áudio, vídeo, etc.

E lembrei-me ainda da colecção do Património Mundial da Unesco, que nos é oferecida pelo Google maps/street view.

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Forum Descoberta B.2.1. Redes concelhias de bibliotecas. Portais e Catálogos coletivos – OPAC

Devo confessar que conheço pouco da rede de bibliotecas escolares do nosso país e menos ainda das redes concelhias ao nível das autarquias. Até à data, trabalhei sempre com bibliotecas universitárias, quer aqui, quer no estrangeiro. Acompanhei a evolução destas, desde os “ficheiros de leitura” em pequenas gavetas ( e não foi há tanto tempo assim…) até à porbase e à web of knowledge. A pouco e pouco fomos modernizando e agora já funcionamos bem em rede e até com o sistema de empréstimo inter-bibliotecas. Claro que umas coisas são gratuitas, outras nem tanto e o acesso a bases de dados especializadas requer assinaturas que pesam cada vez mais nos magros orçamentos…

Quando tive conhecimento de que se pensava pôr as bibliotecas escolares a funcionar em rede fiquei animada. Mas, depressa percebi que a escala é outra, o investimento também, pelo que, e resumindo, não se podem fazer muitas omeletes sem ovos… As bibliotecas escolares para funcionarem bem não podem depender única e exclusivamente de um professor (é humanamente impossível), mas de uma equipa, dotada de serviços técnicos especializados. Não há que ter ilusões. Por muito habilitado e bem intencionado que esteja, o professor bibliotecário precisa de um grau de autonomia de gestão que lhe permita gerir espaços, pessoas e equipamentos. Deve saber fazer um pouco de A a Z, mas não pode fazer todo o abecedário!

Communities

Fonte: “Happy National Library Week”. Summersville Public Library. Acedido em 21/05/2013.